"Homossexualidade"; Não é pecado não é doença;
O que a Bíblia diz e não diz

escrito pelo Rev. Ancião Don Eastman.
Direitos Autorais 1990, Los Angeles, Igreja Comunitária Metropolitana.

A IGREJA E A HOMOSSEXUALIDADE

As palavras mais lindas no evangelho de Jesus são "qualquer um". Ou seja, as promessas de Deus são destinadas a todo ser humano, incluindo gays. Tragédia é uma Igreja Cristã excluir ou importunar homossexuais.

O ser humano foi criado com uma intensa necessidade de relacionamentos pessoais. Nossa qualidade de vida depende de estarmos debaixo do amor que compartilhamos com os outros, seja com a família, amigos e/ou companheiros. Contudo, os homossexuais por causa de atitudes hostis da sociedade normalmente têm acesso negado a um relacionamento saudável. O Senhor Jesus Cristo nos chama para encontrarmos significado na vida através de um relacionamento pessoal com nosso criador. Esta importante união espiritual pode trazer cura e força para todos dos nossos relacionamentos humanos.

NÃO É PECADO NÃO É DOENÇA

Por muitos séculos as atitudes cristãs a respeito da sexualidade humana foram muito negativas: sexo era só para a procriação, não para o prazer; mulheres e escravos eram considerados como propriedade dos homens; e muitas expressões da heterossexualidade bem como da homossexualidade eram consideradas pecado. Como é normal numa tradição continua a influenciar as igrejas hoje. Muitos ensinam que: as mulheres devem ser subordinadas aos homens; há discriminação contra negros e a condenação aos homossexuais. Dizem que todos as atitudes homossexuais são atos de pecado, normalmente quando se referem a interpretações pessoais das escrituras.

Outras igrejas são influenciadas por um século de pensamento em que psicanálise promoveu. Eles viam a homossexualidade como um tipo de doença. Hoje tal teoria foi negada pela classe médica e a visão dos psicanalistas também, mesmo assim algumas igrejas continuam a ser influenciadas pela antiga idéia. Dizendo que os homossexuais são imperfeitos e precisam de cura.

A boa nova é que, desde 1968, quando a Igreja Comunitária Metropolitana foi fundada emergindo de uma forte comunidade homossexual em conjunto com a conclusão de novos estudos científicos sobre a homossexualidade forçaram as igrejas cristãs a reexaminarem estas questões. Dia a dia um número maior de escolas bíblicas e teológicas reconhecem que as escrituras sagradas não condenam o amor decorrente de relacionamentos homossexuais. E, ainda, que gays e lésbicas devem ser aceitos como eles são nas igrejas cristãs devendo o relacionamento homossexual ser celebrado e afirmado.

SOBRE A BÍBLIA

A Bíblia é uma coleção de escritos que atravessou mais de mil anos recontando a história do relacionamento de Deus com os hebreus e os povos cristãos. Foi escrita em muitas línguas, abraçando muitas formas literárias, e sendo reflexo de muitas culturas diferentes da nossa. Estas são considerações importantes para entender a Bíblia e seu contexto. Como se vê existem vastas diferenças entre as várias denominações cristãs, todas usam a mesma Bíblia. Muitas destas diferenças levam alguns cristãos a proclamarem que outros cristãos não são realmente cristãos. A interpretação bíblica e teológica difere de igreja para igreja.

A interpretação bíblica e teológica também muda de tempo em tempo. Há aproximadamente 150 anos nos Estados Unidos, alguns cristãos ensinavam que existiam duas castas de ordem moral: negros e brancos. Os brancos ensinavam serem superiores aos negros, e ainda que os negros deviam ser submissos e escravos sendo esta uma instituição ordena por Deus. Os clérigos que suportaram a tal idéia odiosa afirmaram terem autoridade da Bíblia. O conflito a respeito da escravidão produziu divisões e deu nascimento a umas das maiores denominações cristãs nos Estados Unidos. E atualmente as mesmas denominações que pregavam a segregação não suportam a escravidão. A Bíblia mudou? Não as interpretações bíblicas mudaram.

INFORMAÇÃO NOVA REJEITA IDEIAS VELHAS

Qual tipo de influencia nos direciona a modos novos de entender as escrituras? Novas conclusões científicas, mudanças sociais e experiências pessoais são capazes de nos levar a um novo modo de interpretação bíblica e desenvolvimento da nossa fé. Como é notória a atual consciência científica de orientação homossexual não existia até o século dezenove.

A maioria das igrejas cristãs, inclusive a Igreja da Comunidade Metropolitana, acredita que a Bíblia foi inspirada por Deus e nos fornece uma fonte-chave de autoridade para a fé cristã. Portanto, o que a Bíblia nos ensina a respeito de qualquer assunto, inclusive o da sexualidade, é de significado muito grande. No entanto, o problema é que, algumas vezes, a Bíblia diz muito pouco sobre determinados assuntos; e as atitudes populares sobre tais assuntos são determinadas muitos mais por outras fontes, que são então lidas e interpretadas em direção de citações bíblicas. Isto tem sido particularmente verdadeiro com relação à homossexualidade. Mas, felizmente, há pouco, um acadêmico refutou muitas destas crenças, suposições e conclusões precipitadas.

GÊNESIS 19:1-25

Qual teria sido o pecado de Sodoma? Alguns "televangelistas" proclamam imprudentemente que Deus destruiu as antigas cidades de Sodoma e Gomorra por causa da "homossexualidade". Apesar de que certos teólogos terem equacionado o pecado de Sodoma com homossexualidade, um olhar mais cuidadoso da Escritura há de corrigir tal ignorância.

Anunciando o julgamento destas cidades no Gênesis 18, Deus envia então dois anjos à Sodoma, onde a sobrinho de Abrãao, Ló, os convence a permanecerem em sua casa. No Gênesis 19 há o registro de que "as pessoas que viviam no todo quarteirão" tratam de cercar a casa de Ló, pedindo pela liberação de seus visitantes de modo que "pudéssemos conhecê-los". A palavra hebraica para "conhecer" neste caso, yadha, normalmente significa "ter conhecimento profundo de." Poderia também expressar a intenção de examinar as credenciais dos visitantes ou, em raras ocasiões, o termo implica intercurso sexual. Se no caso deste último ter sido de intenção do autor, deveria ter sido então um evidente caso de tentativa de estupro por uma gangue.

Demonstrando horror quanto a esta violação grave das regras de hospitalidade dos antigos, Ló tenta proteger então os seus visitantes, lhes oferecendo as suas duas filhas à multidão enfurecida, um ato moralmente reprovável para os padrões atuais. As pessoas de Sodoma se recusam de modo que os anjos os deixam cegos. Ló e a sua família são salvos então pelos anjos assim que a cidade começava a ser destruída.

É importante fazer várias observações. Em primeiro lugar, o julgamento destas cidades por causa de suas fraquezas foi anunciada antes ao incidente alegadamente homossexual. Em segundo lugar, todas as pessoas de Sodoma participam do assalto da casa de Ló; nenhuma cultura tem mais que uma pequena minoria da população considera como sendo homossexual. Em terceiro lugar, a oferta de Ló para libertar as suas filhas sugere que ele sabia que os seus vizinhos teriam interesses heterossexuais. Em quarto, se este assunto fosse mesmo de caráter sexual, porque Deus haveria de poupar Ló que imediatamente havia cometido incesto com as suas filhas? Mais importante ainda, porque então todas as demais passagens da Escritura referindo-se a esta acerto de contas, fracassaram todas em levantar a temática da homossexualidade?

QUAL ERA O PECADO DE SODOMA?

EZEQUIEL 16:48-50 declara-o de forma clara:

O povo de Sodoma, assim como muitos povos da atualidade, tinha abundância de bens materiais. Mas eles falharam ao não irem de encontro às necessidades dos pobres, e eles cometeram o pecado da idolatria. Os pecados da injustiça e os da idolatria atingem duramente toda e qualquer geração. Nós permanecemos sob o mesmo julgamento se criamos deuses falsos ou tratamos os outros com injustiça.

LEVÍTICO 18:22 & 20:13:

Nos dias de hoje, os cristãos não obedecem as regras e os rituais descritos em Levítico. Mas alguns ignoram as suas definições sobre as suas próprias "impurezas" enquanto citam Levítico para a condenação dos "homossexuais". Tal abuso da Escritura leva a uma distorção do significado do Velho Testamento e nega a messagem do Novo Testamento. "Você não poderá deitar-se com um homem da mesma forma como alguém se deita com uma mulher; é uma abominação." Estas palavras ocorrem tão-somente no Código Sagrado de Levítico, um manual de ritual a ser seguido pelos padres de Israel. Este significado pode ser apenas amplamente apreciado dentro do contexto histórico e cultural do povo antigo hebreu. Israel, constituindo-se num único lugar como povo escolhido de um único Deus, agia no sentido de evitar as práticas de outros povos e deuses.

A religião hebraica, caracterizada pela revelação de um Deus único, permanecia em tensão contínua com a religião dos cananeus vizinhos, os quais idolatravam vários deuses nos cultos de fertilidade. A adoração a ídolos dos cananeus, que faziam culto à prostituição masculina e feminina tal como pode ser observada em Deuteronômio 23:17, repetidamente comprometiu à lealdade de Israel e a Deus. A palavra hebraica para um culto à prostituição masculina ou prostituto homem, qadesh, é traduzida de forma errônea como "sodomita" em algumas versões da Bíblia.

O QUE É UMA "ABOMINAÇÃO"?

Uma abominação foi o que Deus encontrou como algo detestável porque era impuro, desleal ou injusto. Diversas palavras hebraicas eram assim traduzidas e aquela encontrada no Levítico, toevah, é normalmente associada à idolatria, tal como em Ezequiel, onde surge diversas vezes. Dada a forte associação do termo toevah à idolatria e às práticas da religião dos cananeus do culto à prostituição, o uso do toevah relacionado a atos do mesmo sexo por parte de homens no Levítico chama em questão toda conclusão de que tal condenação também aplica-se a relacionamentos homossexuais dignos e responsáveis.

Os rituais e as regras encontradas no Velho Testamento foram elaborados de modo a preservar as características distintivas da religião e da cultura de Israel. Mas, conforme é citado nos Gálatas 3:22-25, os cristãos não estão limitados por tais leis dos judeus. Pela fé nós vivemos em Jesus Cristo, não em Levítico. Com certeza, as preocupações éticas aplicam-se a todas culturas e às pessoas de qualquer idade. Tais preocupações foram refletidas por último por Jesus Cristo que não disse nada sobre homossexualidade mas muito sobre amor, justiça, misericórdia e fé.

ROMANOS 1:24-27

A maioria dos livros do Novo Testamento, inclusive os quatro Evangelhos, se silenciam sobre atos do mesmo sexo, e Paulo é o único autor que faz alguma referência a este assunto. A declaração mais negativa de Paulo com relação a atos do mesmo sexo ocorre em Romanos 1:24-27 onde, no contexto de um argumento maior da necessidade de todas pessoas se voltarem para o Evangelho de Jesus Cristos, determinados comportamentos homossexuais são citados como exemplo de "falta de pureza" dos gentis idolatras.

Esta passagem estaria se referindo a todos atos homossexuais ou a determinados comportamentos homossexuais conhecidos aos leitores de Paulo? Os Romanos foram escritos para judeus e cristãos gentis em Roma, que estariam como que familiarizados com os excessos sexuais infames dos seu contemporâneos, especialmente os imperadores romanos. Eles também tinha consciência das tensões ocorridas no seio da igreja em seus primórdios com relação aos gentis e às observâncias das leis judáicas, tal como pode ser observado nos Atos 15 e na epístola de Paulo aos gálatas. As leis judáicas no Levítico mencionam atos do mesmo sexo por homens no contexto da idolatria.

O QUE É "NATURAL"?

O que há de significante na discussão desencadeada por Paulo é o fato que estes "impuros" gentis trocaram algo que era "natural" para eles, physin, no texto em grego, por algo "não natural", para physin. Nos Romanos 11:24, os atos de Deus estão num modo "não natural", para physin, de modo a aceitar os gentis. "Não natural" nestes trechos não refere-se à violação das chamadas leis da natureza mas antes implicam em uma ação que estaria contrariando a natureza própria de alguém. Diante disto, deveríamos observar o que é "não natural", para physin, assim como é para uma pessoa que tenha hoje em dia uma orientação sexual gay ou lésbica seria a tentativa de viver um estilo de vida heterossexual.

Romanos 1:26 constitui-se na única declaração encontrada na Bíblia com uma possível referência a comportamento das lésbicas, apesar de que a intenção específica deste verso esteja bem pouco clara. Certos autores tem visto nesta passagem uma referência à adoção pela mulher de um papel dominante nas relações heterossexuais. Dada as expectativas culturais repressivas, colocadas nas costas das mulheres à época de Paulo, tal significado pode ser bastante possível.

As práticas homossexuais citadas em Romanos 1:24-27 são tidas como sendo resultado da idolatria e são associadas a uma série de ofensas bem sérias, conforme pode ser observado em Romanos 1. Tomando neste contexto mais amplo, parece bem óbvio que tais atos fossem significamente diferentes dos relacionamentos responsáveis e dignos dos gays e lésbicas de hoje em dia.

OS OUTROS VERSOS...I CORÍNTIOS 6:9 & I TIMÓTEO 1:10:

Todo tipo de consideração a ser feita face às declarações do Novo Testamento ligada a atos do mesmo sexo, teria que analisar, com todo cuidado possível, o contexto social da cultura greco-romana na qual Paulo estava a ministrar. A prostituição e a pederastia (relações sexuais de homens adultos com meninos) foram os mais conhecidos como atos do mesmo sexo entre homens.

Em I Coríntios 6:9, Paulo condena aqueles que são "efeminados" e "abusadores deles próprios com a humanidade", conforme é traduzido na versão do Rei James. Infelizmente, determinadas traduções mais recentes se revelam ainda piores, tornando estas palavras 'homossexuais'. Há pouco, os acadêmicos revelaram a homofobia que se esconde por detrás de tais traduções mal feitas. A primeira palavra - malakos, no texto grego, - que foi traduzida como "efeminado" ou "macio", na maioria das vezes, está se referindo a alguém que não tem nenhuma disciplina ou não dispõe de nenhum tipo de controle moral. A palavra é utilizada em outros trechos do Novo Testamento mas nunca fazendo referência à sexualidade.

A segunda palavra, arsenokoitai, ocorre uma vez em I Coríntios e em I Timóteo, mas em mais nenhum trecho de outras literaturas do período. Ela deriva-se de duas palavras gregas, uma significando, "homens" e outra "camas", como eufemismo para intercurso sexual. Há outras palavras gregas que eram comumente utilizadas para descrever o comportamento homossexual mas que não aparecem aqui. O contexto mais amplo do I Coríntios mostra Paulo como alguém extremamente preocupado com a prostituição, portanto, é bastante provável que ele estava se referindo a homens que eram prostitutos. Mas agora, muitos especialistas estão tentando traduzir estas palavras, cujo alcance leva a uma conclusão bem simples: o significado preciso delas é incerto.

CONCLUSÃO...NÃO HÁ NENHUMA LEI CONTRA O AMOR

A raridade com que Paulo discute qualquer tipo de comportamento do mesmo sexo e a ambigüidade nas referências atribuídas a ele fazem disso algo extremamente impreciso para que se pudesse tirar conclusões sobre qualquer tipo de posição segura no Novo Testamento a respeito da homossexualidade, especialmente no contexto de relações dignas e responsáveis. Uma vez que todo tipo de argumentos deve ser retirados do silêncio, seria muito mais confiável voltarmos a grandes princípios do Evangelho ensinados por Jesus Cristo e os Apóstolos. Ame Deus com todo o seu coração, e ame os seus próximos como a si mesmo. Não julgue os outros se não quiserem serem julgados. O fruto do Espírito Santo é o amor... contra ele não há nenhuma lei.

Uma coisa fica totalmente clara portanto, como Paulo declarou em Gálatas 5:14:

"...a lei completa pode ser resumida em um único pronunciamento: " Ame seu próximo como a si mesmo".

VISÕES DE OUTROS ACADÊMICOS BIBLICOS:

- "A homossexualidade: o que o Novo Testamento se opõe é à pederastia da cultura greco-romana; as atitudes com relação a pederastia e, em parte, da linguagem utilizada para opô-la são conhecidas pelo histórico judeu."
Robin Scroggs, Professor de Teologia Biblíca, Union Theological Seminary, Nova York.

- "Alguém pode não estar absolutamente certo de que as duas palavras-chaves em I Coríntios 6:9 foram citadas como referências a comportamento homossexual masculino."
Victor Paul Furnish, Professor do Novo Testamento, Perkins School of Theology, Dallas.

- "O argumento mais forte do Novo Testamento contra a atividade homossexual como intrinsicamente imoral foi derivada tradicionalmente de Romanos 1:26, onde esta atividade é indicada como para physin. A tradução normal (em Inglês) para isto tem sido "contra a natureza". As duas interpretações podem ser justificadas com relação a que Paulo quis dizer com esta frase. Poderia estar se referindo ao indivíduo pagão, que vai além de seu apetite sexual, a fim de indulgir em um novo prazer sexual. A segunda possibilidade é a de que physis se refere à "natureza" do povo escolhido que ter relações homossexuais era tido como algo proibido pela lei Levitical."
John J. McNeill, Professor Adjunto de Psicologia, Union Theological Seminary, Nova York.

- "Uma leitura mais atenta da discussão de Paulo em Romanos 1 não apóia a interpretação moderna da passagem. Paulo não estaria negando a existência da distinção entre pureza e impureza e nunca havia presumido o fato de que os cristãos judeus continuariam a observar o código de pureza. Ele absteu-se, porém, de identificar impureza física com pecado e de pedir aos gentis para que aderissem a tal código."
William Countryman, Professor do Novo Testamento, Church Divinity School of Pacific, Berkeley.

- "A palavra hebraica 'toevah," que aqui é traduzida como 'abominação,' normalmente não significa algo intrisicamente mal, como estupro ou roubo (discutido em outro trecho do Leviticus), mas algo no qual é considerado como ritualmente impuro para os judeus, tal como comer carne de porco ou manter relações sexuais durante o período da menstruação, ambos proibidos nestes mesmos capítulos."
John Boswell, Professor de História, Yale University, New Haven.

LEITURA ÚTIL:

Os seguintes livros são altamente recomendados para quem quiser estudar, de forma mais cuidadosa, todos assuntos relacionados a homossexualidade tal como é abordado pela Igreja Cristã

- Boswell, John (1980). Christianity, Social Tolerance, and Homosexuality. (Cristandade, Tolerância Social e Homossexualidade). Chicago: University of Chicago Press.

- Countryman, L. William (1988). Dirt, Greed, and Sex: Sexual Ethics in the New Testament and Their Implications for Today. (Atos sujos, Ambição e Sexo: Ética Sexual no Novo Testamento e Suas Implicações Atuais). Philadelphia: Fortress Press.

- Edwards, George R. (1984). Gay/Lesbian Liberation: A Biblical Perspective. (Liberação Gay e Lésbica: Uma Perspectiva Bíblica). New York: Pilgrim Press.

- Furnish, Victor Paul (1979). The Moral teaching of Paul. (O Ensinamento Moral de Paulo). Nashville : Abingdon Press

- Horner, Tom (1978). Jonathan loved David: Homosexuality in Biblical Times. (João Amou David: Homossexualidade Em Tempos Bíblicos). Philadelphia : Westminster Press.

- McNeill, John J. (1988). The Church and the Homosexual. (A Igreja e O Homossexual). Boston: Beacon Press. Orig. pub. 1976.

- Scanzoni, Letha e Virginie Ramey Mollenkott (1978). Is the homosexual my neighbor? (O Homossexual é Meu Vizinho?). New York: Harper and Row.

- Scroggs, Robin (1983). The New Testament and homosexuality. (O Novo Testamento e a Homossexualidade). Philadelphia. Fortress Press.


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